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Vale a pena Investir no Magazine Luiza (MGLU3)?

MGLU3 é a ação que mais se valorizou na Bolsa nos últimos anos, mas será que ainda vale a pena investir no Magazine Luiza? É o que você vai descobrir nesta rápida leitura.

Se alguém falasse em investir no Magazine Luiza 3 anos atrás, seria taxado como louco. Em dezembro de 2015, graças a uma soma de fatores negativos, a ação valia irrisórios R$ 0,96.

Na época, parecia que a varejista jamais se reergueria. Porém, quem acreditou na “quase falida” empresa, viu seu dinheiro crescer e se multiplicar como nunca nos últimos 3 anos.

Mesmo frente à fraca economia brasileira, as ações da empresa se valorizaram. Desde então a MGLU3 vem em crescente escalada e saltou quase 17.000%. Atualmente, o valor de mercado da varejista ultrapassa os R$ 13 bilhões.

Só para ter uma ideia da valorização, se você tivesse investido R$ 10 mil em ações do Magazine Luiza em dezembro de 2015, um ano depois, teria o total de R$ 156,3 mil. Tentador, não é mesmo?

Mas, em 2019, será que ainda vale a pena investir no Magazine Luiza?

Antes de responder essa pergunta, vamos entender o contexto dessa valorização nos últimos anos e os novos projetos anunciados para 2019.

A história de sucesso do Magazine Luiza

A história do Magazine Luiza começa em 1957, em Franca, no interior de São Paulo.  O casal Luiza Trajano e Pelegrino José Donato começaram um pequeno comercio local. Este, deu tão certo que logo se expandiu para outras cidades do interior de São Paulo.

Porém, o grande salto que colocou o Magazine Luiza como uma das maiores varejistas do país aconteceu somente em 1991.

Primeiro, foi a criação da Holding LTD, fundada com o intuito de acelerar a expansão do grupo. Em seguida, a nomeação de Luiza Helena Trajano, sobrinha da fundadora, para o comando da empresa.

Em 1992, o Magazine Luiza cria o primeiro modelo de comércio eletrônico. Nesse mesmo ano lança suas primeiras lojas virtuais. Em 2000, o e-commerce do Magalu.

Em abril de 2011, o Magazine Luiza decide abrir o capital na Bolsa de Valores. Dessa forma, arrecadou R$ 926 milhões no IPO.

Os recursos levantados com a venda dos papéis foram usados na reestruturação e expansão da rede pelo país.

Estimulado pelo juro baixo de empréstimos, assim como incentivos fiscais da época, principalmente o IPI especial para eletrodomésticos da chamada linha branca entre 2011 e 2014, perecia fazer sentido todo o investimento.

Porém, em 2014 a taxa básica de juros (Selic) já estava em 10,4% ao ano. Depois, chegou aos 14,15% – valor mais alto da série histórica.

Em meio a tudo isso, veio a crise, o desemprego, a queda no poder de compra. Consequentemente a demanda pelos produtos também caiu. Tanto que em 2015, as vendas de móveis e eletrodomésticos teve a queda mais expressiva de todo o segmento: -14%.

Com isso, a dívida só crescia e as ações do MGLU3 despencavam. Em dezembro de 2015 chegaram ao valor mais baixo: noventa e seis centavos por ação.

A valorização nos últimos anos

Com suas ações em baixa e a varejista vista como praticamente “quebrada”, quase ninguém pensava em investir no Magazine Luiza. Era uma situação muito arriscada.

O Magazine precisava se reestruturar e voltar a crescer no médio e longo prazo. Foi então que no início de 2016, Frederico Trajano, filho de Luiza Helena, é nomeado Diretor Executivo (CEO) e presidente do grupo.

Ao assumir, sua primeira atitude é enxugar os gastos desnecessários e focar nas operações digitais.

Antes de chegar a CEO, Frederico tinha assumido a área de tecnologia da empresa, juntamente com a de logística.

Foi criado o LuizaLabs, laboratório de desenvolvimento e inovação, com mais de 400 desenvolvedores com o objetivo de aplicar a tecnologia a serviço da experiência de compra.

Nessa escalada, a empresa reverteu uma dívida líquida de 300 milhões de reais para uma posição de caixa líquido de 1,6 bilhão de reais.

As ações da Magalu foram as mais valorizadas tanto em 2016, quanto em 2017. Se tornaram verdadeiras ações explosivas da Bolsa de Valores.

A empresa ainda foi reconhecida como uma das mais inovadoras da América Latina pela revista Fast Company em 2017. Uma reviravolta e tanto.

Atualmente, o Magazine Luiza conta com 900 lojas físicas localizadas em 17 estados do país, 22 000 funcionários e 12 centros de distribuição.

2019 – Vale a pena investir no Magazine Luiza?

Vale a pena investir no Magazine Luiza (MGLU3)? - GuiaInvest

A administração do Magazine Luiza apresentou dia 14 de dezembro de 2018 seus novos projetos para prosseguir com o crescimento visto nos últimos anos.

Dentre os planos, está a ênfase em impulsionar o uso da plataforma da Magazine Luiza para atrair cada vez mais clientes e também impulsionar a entrega expressa.

Apesar da confiança na capacidade de o Magazine Luiza continuar a gerar lucro no médio e longo prazo, não há como garantir isso.

Em 2018, suas ações acumulam uma valorização de 110%, porém, rentabilidade passada não é garantia de que sempre continuará nessa escalada.

O mercado acredita que a recomendação para a varejista é neutra, uma vez que é possível que seus papéis já tenham subido demais.

É bom ter sempre em mente que o mercado pode variar conforme a situação econômica e política do país, bem como de acordo com outros pontos relevantes no setor e na própria empresa.

O momento ideal de comprar uma ação tão valiosa como essa é quando o seu preço está abaixo do valor que ela tem no mercado. Então, fique atento a isso!

Entretanto, o mercado tem novas oportunidades a todo momento. Inclusive, há novas oportunidades nesse exato momento esperando a sua avaliação.

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