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Os tipos de fundos e como usá-los

Como a independência está mudando os investimentos

Caro leitor,

“Fundos, preparem-se que eu vou lhes usar!”

Existem vários tipos de fundos de investimentos, cada um com a sua utilidade.

Sempre recebo perguntas do tipo: “Qual é melhor? X ou Y?”

Não tem melhor ou pior. Tem aquele que vai ser útil para você e tem aquele que não.

Se você souber usar, todos eles podem ser ótimos. Se não souber usar, nenhum parecerá bom.

Vou te ajudar a clarear as ideias.

Se você souber usar, todos eles podem ser ótimos. Se não souber usar, nenhum parecerá bom.

Vou te ajudar a clarear as ideias.

Fundos Imobiliários: Você quer investir em imóveis? Esqueça comprar um sala ou apartamento e vá estudar sobre fundos imobiliários. Se ainda assim você quiser comprar uma sala, estude mais. Você não entendeu nada da primeira vez. FIIs são a forma mais inteligente de se investir em imóveis. Você vira sócio dos melhores empreendimentos do país e passa a receber a sua parcela do aluguel que eles geram. Este rendimento mensal é isento de Imposto de Renda, enquanto se comprasse um imóvel diretamente, pagaria até vinte e sete e meio por cento de imposto. São indicados para quem quer construir uma fonte de renda mensal extra e para quem quer começar na renda variável.

Fundos de Ações: perfeitos para quem quer multiplicar seu patrimônio, tem horizonte de longo prazo em seus investimentos e estômago para aguentar as oscilações. Você pega carona com gestores profissionais que vão decidir quais ações comprar, quais vender e a que preço. É uma forma de se tornar sócio das melhores empresas do país e ganhar com o seu crescimento e distribuição de lucros.

Fundos DI: são o porto seguro do investidor. É onde a sua reserva de emergência precisa estar. O rendimento é baixo, mas o importante aqui é segurança e rapidez no resgate. Os investidores mais conservadores, deixam a maior parte do seu patrimônio aqui, os mais arrojados, apenas a reserva de emergência.

Fundos de Renda Fixa: ainda conservadores, mas nem tanto assim. Buscam rendimento melhor do que os DI acima. Para isso precisam se expor a riscos como de crédito privado, títulos prefixados e atrelados a inflação. Indicados para quem quer turbinar um pouco sua renda fixa ou se defender da inflação.

Fundos Cambiais: eles seguem a variação de uma moeda específica. A mais comum é o Dólar americano. Podem ser usados como alternativa à compra física do dólar. Numa carteira de investimentos, serve principalmente como proteção. Normalmente quando a bolsa cai o dólar sobe. Vira um elemento importante para fazer o rebalanceamento dos seus ativos e se beneficiar com as quedas das ações.

Fundos Multimercados: são fundos que podem investir em renda fixa, variável, câmbio, commodities no Brasil e mundo afora. São excelentes para compor um portfólio equilibrado de investimentos. Este tipo de fundo merece uma atenção e dedicação especial dos investidores. Tem um universo enorme de possibilidades aqui dentro. Indicado para todos, com um pré requisito: se dedique a estudá-los.

ETF’s: fundos que têm suas cotas negociadas em bolsa. São fundos que replicam algum determinado índice (Ibovespa, IFIX, IMA, etc) e têm taxas de administração muito baixas. Alguns deles dão acesso a ativos que você teria muita dificuldade de conseguir, como a bolsa americana. A maioria, por outro lado, replica índices nacionais. Sua utilidade está em ser a forma mais fácil e barata de montar um portfólio bastante diversificado. Cá entre nós, dá para fazer melhor com os fundos anteriores.

A receita para ser bem sucedido é conhecer bem sobre estes fundos e mais do que isso, sobre você.

O encaixe entre o que você quer e o que os fundos podem te entregar é o mais importante.

Você já investe em fundos? Quais tipos? Quero saber.

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Abraço!

Marcelo Fayh

[Palestra Online e Gratuita]
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