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Dobrar a sua Renda com Dividendos – 3 etapas simples

Já imaginou Dobrar a sua Renda com Dividendos

Neste artigo iremos mostrar a você como criar uma carteira de ações pagadoras de dividendos que seja capaz de dobrar a sua renda mensal.

São 03 etapas simples que você deve seguir, de acordo com o método GuiaInvest, que têm o potencial de ampliar seu patrimônio diminuindo o risco do investimento.

Você irá terminar a leitura sabendo exatamente o que fazer para gerar sua própria renda extra proveniente de dividendos. E um spoiler: no final do texto deixei um convite muito especial, onde você terá a chance de ver aplicado na prática cada passo aqui ensinado.

Vamos lá?

Entendendo melhor os Dividendos

Se você ainda não sabe o que são dividendos, fique tranquilo. O método que será ensinado é totalmente eficiente até mesmo para quem é leigo no assunto.

Então, “dividendos” são parte do lucro de determinada empresa que é distribuído aos acionistas.

No Brasil, é exigido a distribuição mínima de 25% do lucro da empresa em dividendos.

No entanto, cada empresa tem a sua própria política de distribuição desses lucros. Algumas pagam o mínimo, outras pagam mais que o mínimo, e por aí vai.

Há também aquelas que distribuem 100% do lucro em dividendos, mas isso não quer dizer que seja melhor ou pior que outras opções.  

Os dividendos são calculados por ação, o que significa que cada acionista recebe um valor baseado no número de ações da empresa que possui.

Por exemplo: digamos que você possui 500 ações das Lojas Renner (LREN3) e ela decide pagar um dividendo anual de R$ 1 por ação, o seu dividendo será de R$ 500.

Fica claro pra você?

Bem, agora que você sabe o que são os dividendos, vamos ver as etapas para você conseguir dobrar sua renda com eles.

Vamos ver a teoria e no final da leitura terá um convite para você conferir na prática como fazer isso de uma forma segura usando uma ferramenta poderosa.

As 3 etapas para Dobrar a sua Renda

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A primeira etapa é selecionar as melhores ações pagadoras de dividendos.

Para isso, é preciso conhecer os indicadores mais importantes:

  • Dividend Yield
  • Dividend Payout

O Dividend Yield é o indicador que mede o quanto a empresa paga de dividendos em relação ao preço da ação.

Lembrando que normalmente ele é medido usando a soma dos dividendos pagos nos últimos 12 meses.

Por exemplo: digamos que uma empresa pagou R$ 4,00 em dividendos nos últimos 12 meses e suas ações estão sendo negociadas a R$ 50;

Neste caso, o Dividend Yield atual desta empresa é de: 8%.

Já o Dividend Payout nos mostra qual o percentual do lucro da empresa que está sendo distribuído na forma de dividendos para os acionistas.

Por exemplo: digamos que uma empresa teve lucro de R$ 100 milhões no último ano e distribuiu R$ 65 milhões em dividendos;

Então, o Dividend Payout dela é de: 65%. Isso significa que os outros 35% ficaram retidos na empresa para que ela possa reinvestir no negócio.

Vamos à segunda etapa.

A segunda etapa é definir a quantidade de ações da sua carteira de dividendos.

O grande objetivo é montar uma carteira que permita gerar uma renda igual ou superior ao seu salário atual correndo o menor risco possível, certo?

Por essa simples razão, você precisa pensar no seus investimentos em ações como uma carteira que também é chamada de portfólio.

E para conseguir formá-lo com segurança, você precisa de uma coisa chamada Diversificação. É onde entra a sua quantidade de ações.

Como diz o ditado popular: “Não coloque todos os ovos na mesma cesta”.

Diversificar o seu patrimônio dá uma tranquilidade muito grande, porque, se alguma das suas ações tiver uma performance ruim, o custo disso será menor.

Você terá outros lucros em outras ações que compensarão a possível perda.

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E não se engane: todos nós erramos. Todo mundo pode perder dinheiro na Bolsa um dia. Até mesmo os maiores investidores do mundo como Warren Buffett, por exemplo.

Inclusive tem uma frase dele que resume isso:

“A diversificação é uma proteção contra ignorância”.

Por isso, recomendamos que você sempre diversifique a sua carteira. E o primeiro nível de diversificação recomendado é a do nível por quantidade de ações.

A diversificação por ação é a diversificação mais importante que você deve fazer.

E é muito simples: recomendamos que você tenha no máximo 10% do seu patrimônio de ações em cada ação.

Ou seja: você deve possuir, no mínimo, 10 ações diferentes em sua carteira.

Vamos ver um exemplo: suponha que a sua alocação em ações seja de R$ 100 mil, e você tenha escolhido 10 ações para comprar.

Nesse caso, nenhuma das suas ações deve possuir uma alocação com mais de R$ 10 mil.

Assim, você está arriscando apenas 10% do seu patrimônio em cada ação, sendo o máximo que você pode perder com cada ativo.

No entanto, agora você pode estar se perguntando: “E se eu não encontrar 10 empresas boas?”

Bem, as chances de isso acontecer são muito baixas. São mais de 400 empresas listadas, é impossível que você não encontre 10 opções boas.

Agora vamos falar do próximo nível de diversificação, que é o nosso passo seguinte.

A terceira etapa, então, é diversificar a carteira por setores de atuação.

Os setores da economia dão uma divisão das atividades econômicas em grandes grupos.

Neste artigo iremos utilizar a classificação da Bolsa de Valores, que é da seguinte forma:

  • Bens Industriais
  • Consumo Cíclico
  • Consumo Não Cíclico
  • Financeiro
  • Materiais Básicos
  • Petróleo Gás e Biocombustíveis
  • Saúde
  • Tecnologia da Informação
  • Telecomunicações
  • Utilidade Pública

Então, a diversificação por setores protege a sua carteira de problemas específicos nessas divisões da economia.

Por exemplo: durante a bolha da internet dos anos 2000, quem tinha uma carteira concentrada somente no setor de Tecnologia da Informação, teria sofrido grandes perdas no curto prazo.

Agora, quem tinha seus investimentos bem diversificados, talvez nem tenha sentido a perda no bolso.

E como você deve fazer a diversificação por setores?

Bom, recomendamos que você tenha como objetivo a exposição de, no máximo, 25% por setor. Assim, você deve ter ações de, no mínimo, 4 setores.

Por exemplo: Bens Industriais (25%), Consumo Cíclico (25%), Consumo Não Cíclico (25%), Financeiro (25%). Quanto ao número máximo de setores, não há um limite.

E agora você pode estar se perguntando: “E se eu não achar empresas boas de 4 setores diferentes?”.

Bem, pode acontecer de você não conseguir ter ações de todos os setores que deseja ou gostaria. Nesse caso, não tem problema.

Mas continue respeitando o limite máximo de 10% por ação e buscando novas oportunidades em outros setores.

Vamos para a parte prática?

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Agora que você sabe toda a teoria de como fazer uma carteira de ações com foco em dividendos, é hora de partir para a ação.

É normal que você se sinta um pouco confuso neste momento, sem saber exatamente como aplicar tudo que aprendeu aqui.

Mas fique tranquilo pois, conforme falamos anteriormente, temos um convite muito especial.

O André gravou uma aula onde ensina tudo que vimos neste artigo, mas com um grande diferencial: ele ensina NA PRÁTICA como aplicar este conhecimento.

E o melhor é que é de forma totalmente gratuita.

Para participar, basta acessar e escolher o melhor horário para assistir.

Inscreva-se gratuitamente clicando aqui.

E não perca mais tempo: amanhã você vai desejar ter começado hoje. 🙂

Laura Terra

Analista de Conteúdo Estratégico no GI. Formada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas. Estudou inglês na Strathfield College, em Sydney, na Austrália. Investidora desde o início de 2017. Apaixonada por ajudar as pessoas, viajar e curtir seus gatos.

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