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5 sinais para você lucrar este ano com a alta da Bolsa

Não é de hoje que vemos por aí manchetes comentando sobre a grande alta da Bolsa de Valores brasileira que vem acontecendo nos últimos meses.

Também não é de hoje que depois da tempestade, vem a conhecida bonança.

Depois de uma crise financeira, o país normalmente passa por um período de verdadeira expansão da economia

Foi assim, por exemplo, depois da crise de 2002, quando a bolsa saiu de 10 mil para chegar aos 73 mil pontos em 2008.

Durante aqueles anos, alguns investidores lucraram como nunca pois houve empresas em que o preço das ações se multiplicaram inúmeras vezes.

Já imaginou quanto dinheiro fizeram os que previram a alta da Bolsa à época? Rentabilidades astronômicas de 1.500, 2.000 e 3.000%!

Foi naquela época que notou-se alguns indícios capazes de identificar uma grande alta da Bolsa, e esses indícios podem ser observados também no momento atual.

De certo, estamos vivendo uma era propícia para quem deseja começar a investir em ações ou até mesmo já investe há certo tempo, pois as oportunidades de valorização das ações nunca estiveram tão eminentes.

É muito provável que essa alta esteja recém no começo… Ou seja, se você conseguir aproveitar agora, pode ser uma grande virada para a sua vida financeira.

Como foi para aqueles investidores que lucraram com a alta da Bolsa em 2008.

Mas eu te pergunto… Como identificar a chegada dessa valorização da Bolsa e ainda aproveitar as oportunidades que ela oferece?

Neste artigo eu vou mostrar para você os 5 sinais que evidenciam a grande alta da Bolsa e o melhor jeito para você lucrar com ela. Confira!

Os 5 sinais de uma alta da Bolsa

1º Promessa de grandes reformas estruturais no país

O novo governo já sinalizou uma série de projetos importantes que irão beneficiar diretamente a economia brasileira.

Existe uma forte probabilidade de acontecer grandes reformas estruturais ao longo de 2019 que serão importantes para a mudança de rumo nas finanças do país.

A principal delas se refere a tão aguardada reforma da previdência.

Basta isto ocorrer para os investidores ficarem confiantes de que haverá uma “reestruturação” das contas públicas de forma eficiente, possibilitando uma retomada de previsibilidade de lucros para as empresas.

Segundo fontes do próprio governo, as reformas irão gerar uma economia na faixa de R$ 1 trilhão de reais para os próximos 10 anos, o que é muito acima das previstas nos projetos do governo Temer, que eram de R$ 689 Bilhões.

Essa reforma vai gerar condições financeiras para estimular novamente a economia, devido ao comportamento favorável do risco-país, do câmbio, dos juros futuros e também do mercado acionário.

Dessa forma a confiança de empresários e consumidores seguirá em recuperação, indicando um quadro favorável para o investimento e para o consumo das famílias.

Em outras palavras, teremos a possibilidade de um ciclo virtuoso de crescimento.

2º Economia dos EUA no pico histórico

Analisando dados históricos é possível perceber que quando a economia dos EUA está próxima do seu pico, é o início de um movimento de queda.

Em contrapartida, a economia brasileira começa a se recuperar. Talvez você esteja se perguntando por que isso acontece…

É o seguinte: o EUA possui a considerada maior e mais sólida economia do mundo.

Quando existe estabilidade por lá, os investidores acabam se sentindo atraído para este porto seguro, atrás de retornos não tão atrativos, já que a taxa de juros americana é historicamente baixa.

Para você ter uma ideia, taxa de juros lá hoje está no intervalo de 2% e 2,25% (enquanto a nossa SELIC, 6,5%).

Contudo, quando a economia americana começa a demonstrar fraquezas e pouca previsibilidade da parte política, os investidores buscam alocar o capital em uma relação risco x retorno mais interessante.

Basta observar o exato momento em que começamos a superar o desempenho americano em relação a performance dos índices de mercado.

3º A relação P/L da bolsa brasileira está próxima da mínima

Como foi comentado antes, a expectativa sobre o novo governo e suas possíveis reformas elevaram o otimismo dos investidores.

O mercado está de olho no noticiário político, aguardando ansiosamente o destravamento da pauta das reformas.

E apesar da alta apresentada neste início de ano, a bolsa brasileira está longe de reduzir sua atratividade e seu potencial.

Ou seja, estamos recém no começo desta grande alta da Bolsa.

O indicador P/L (preço/lucro) máximo histórico das ações que compõe o índice bovespa, já chegou a 14,5 e atualmente estamos em 10,8, muito próximo da mínima histórica.

Na prática isto nos diz que as empresas estão baratas em relação ao lucro que elas geram e existe muito potencial de elevações nos preços das ações.

4º Preço das commodities descasado com o valor das empresas

O preço das commodities é regido pelo livre mercado, obedecendo a lei da oferta e procura e a política monetária mundial.

Se a gente comparar os níveis dos preços das commodities frente ao valor das empresas do S&P500, por exemplo, a gente pode perceber que elas estão muito abaixo.

Houve um nítido descasamento. As empresas cresceram e as commodities não acompanharam.

E o que isso significa na prática?

Significa que a demanda por commodities tenderá a aumentar significativamente para se ajustar aos investimentos das empresas.

Lembrando que as empresas americanas cresceram muito nesses últimos anos, e lucrando mais, elas farão investimentos para continuar crescendo. E isso representa comprar commodities.

E o que isso pode influenciar a bolsa brasileira?

Simples: a questão é que as commodities possuem uma forte influência na economia brasileira, já que o Brasil é dos maiores exportadores de produtores agrícolas do mundo.

Para você ter uma ideia, elas representam mais de 60% das exportações.

Na prática, o aumento da demanda por commodities gera um aumento de preços, por sua vez as empresas produtoras de commodities aumentam seus lucros.

Ou seja, é mais dinheiro entrando no Brasil, o que favorece toda economia, e por consequência, as empresas que estão na nossa bolsa.

5º Os fundos de investimentos irão investir mais em bolsa

Historicamente, alocação média dos fundos de investimentos na bolsa de valores é de 13%, e atualmente estamos em 9%. Em outras palavras, na média, os fundos de investimentos brasileiros estão investindo pouco em ações. Estão abaixo da média histórica.

Quando os fundos começarem a se posicionar mais firmemente em Bolsa, isso pode ser refletido em expressivos movimentos de alta no Ibovespa.

Veja que a alocação tem subido timidamente desde 2015, ano em que a Taxa Selic superou os 14%. Portanto, imagine para onde pode ir a Bolsa quando a alocação dos fundos retomar os níveis de 2007 que foi de 21,7%!

Por isso, para ganhar com esse movimento é preciso estar posicionado. É preciso estar investido em ações. Especialmente ações de boas empresas, para evitar correr o risco de ver seu dinheiro diminuir.

A conclusão é elementar: os fundos tenderão a aumentar esta parcela em ações. Isso significa um aumento em 44% do que está hoje.

De 9 para 13 pontos percentuais. Logo, se prepare para ver uma “enxurrada” de dinheiro entrando na bolsa brasileira já nos nos próximos meses.

Mas como aproveitar este momento?

Como você já viu, estamos recém no começo de um período de grande alta na Bolsa de Valores brasileira. E eu comentei com você apenas 5 dos sinais que evidenciam este provável acontecimento.

Assim como qualquer outra coisa, é importante você ter cautela e investir com segurança e mais assertividade, e por isso todo o conhecimento é importante.

Para isso, convido você a assistir a mais recente palestra online do André Fogaça, onde ele apresenta a você não só as 5, como TODAS as evidências para você identificar uma grande alta da Bolsa

Além disso, ele traz uma super vantagem para que você possa aproveitar este momento investindo com muito mais segurança.

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Laura Terra

Formada em Jornalismo pela UCPel e em Inglês pela Strathfield College, na Austrália. Copywriter e Investidora desde o início de 2017. Colaboradora do blog do GuiaInvest.

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