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Como Ficar Pobre e Ter Uma Vida Miserável (Garantido!)

Já pensou que talvez você esteja fazendo de tudo para se tornar pobre e nem percebeu isso? Pois nossa conversa de hoje vai mudar seu modo de pensar e agir de uma vez por todas!


Eu sei que o título deste artigo é pesado, mas a conversa que quero ter com você hoje é séria.

Antes de mais nada, peço que releve as questões sociais e que envolvem a enorme desigualdade que lamentavelmente temos no Brasil.

Não levei isso em conta ao escrever porque a ideia é falar sobre mentalidade, algo que com um bom esforço todos conseguem mudar, evoluir.

Você já parou para pensar sobre sua postura e suas atitudes diante das dificuldades que enfrenta?

A forma como você encara os problemas e os desafios e desenvolve sua mente é um fator determinante para o seu sucesso – nos investimentos, claro, mas em outras áreas da vida também.

5 formas rápidas de se tornar pobre

Partindo do princípio de que você não pode terceirizar seus sucessos ou fracassos, vamos começar conversando de forma bem direta sobre como você pode se tornar pobre.

1 – Parar de estudar

Parar de estudar

Eu acho curioso o fato de que a formatura na universidade é, muitas vezes, sinônimo de “terminar os estudos”.

Aliás, essa é uma frase comum, não? E é nela que se esconde um dos grandes culpados pelo insucesso da grande maioria das pessoas.

E pode reparar, pelo outro lado, estudar é uma constante na vida de quem a cada dia que passa se destaca mais em sua profissão, no mercado de trabalho etc.

E a verdade é que hoje não temos mais desculpas para deixar de estudar. Você sabia que é possível fazer até mesmo cursos da Harvard, a mais prestigiada universidade do mundo, pela internet, de graça?

Aprender coisas novas é algo que precisa fazer parte de sua rotina. Caso contrário, os riscos de você se dar mal e se tornar pobre são enormes.

Mas se você quer ficar com os bolsos vazios, esse é o primeiro atalho!

2 – Desenvolver um vício

Desenvolver um vício

Todo mundo conhece ao menos uma pessoa que perdeu tudo por causa de um vício devastador (como drogas, álcool e jogos).

E mesmo os vícios que parecem mais inofensivos podem prejudicar, e muito, a vida de uma pessoa.

Em excesso nada faz bem. Vícios nunca são saudáveis. Até mesmo uma pessoa viciada em atividades físicas pode ter um colapso por exaustão, que pode levar a outros males, se não souber quando parar.

Cuidado com os ciclos viciosos se você não quiser se tornar pobre.

3 – Não poupar

não poupar

Se você não consegue viver com menos do que ganha uma hora terá sérios problemas. E fatalmente se tornar pobre.

Viver no limite é uma receita clássica para o “sucesso” (entre aspas porque, para mim, ficar pobre não é a melhor definição de sucesso. É pra você?).

Se a realidade hoje está difícil, o que você pode fazer para virar esse jogo no longo prazo? Já falei bastante sobre isso neste artigo sobre crenças financeiras.

4 – Pedir dinheiro emprestado

Pedir dinheiro emprestado

Esse é um atalho comum no Brasil, muito por conta da nossa cultura que despreza a educação financeira.

Com as taxas de juros surreais que os bancos cobram para emprestar dinheiro, quando você faz isso pode estar entrando em uma armadilha devastadora. É muito fácil se tornar pobre perdendo grande parte do patrimônio desse jeito.

Aprenda a viver dentro de sua realidade atual ao mesmo tempo em que trabalha para criar uma realidade mais promissora no futuro.

5 – Acomodar-se em um emprego qualquer

Acomodar-se em um emprego qualquer

Já reparou na quantidade de gente que é infeliz no trabalho? Basta ver a quantidade de pessoas que comemora a chegada da sexta-feira no Facebook como se os dois dias que vêm a seguir fossem a única chance de fuga para o martírio dos dias úteis.

Se você está nessa situação e se vê acomodado, saiba que corre um grande risco de viver em guerra com as suas finanças para sempre.

E isso vale até para os que ganham bem, mas sentem-se miseráveis no trabalho. Mudar é preciso!

As diferenças entre cultivar uma mente miserável e uma focada no crescimento

As diferenças entre cultivar uma mente miserável e uma focada no crescimento

A verdade é que, se você quiser que assim seja, a grama do vizinho sempre será mais verde que a sua. Sempre poderá encontrar alguém melhor do que você. E é aí que o erro começa. Comparar-se com os outros é o pior que você pode fazer.

Pode ser que você viva com dificuldades financeiras há anos e talvez não enxergue uma solução agora. Mas reclamar/invejar ou ter qualquer sentimento negativo sobre os outros não é o que vai ajudá-lo a sair dessa – definitivamente.

Digo isso porque é a sua mente a grande responsável por guiá-lo ao atingimento de seus objetivos. E nela, nobre leitor, quem manda é você e mais ninguém.

Por isso, é preciso assumir o controle. As dicas e reflexões abaixo vão ajudá-lo a entender isso melhor e a “virar a chave”, caso necessário.

1 – Qual é seu estado de espírito?

Qual é seu estado de espírito?

Como alguém pode esperar obter resultados expressivos – seja nos investimentos, no trabalho ou em qualquer esfera importante da vida – quando está o tempo todo para baixo, sem alegria, sem força de vontade, sem confiança, sem ambição e sem metas e sonhos bem traçados?

Nossa vida é um reflexo de como conduzimos o dia a dia. Por isso, manter um mindset positivo e usar as dificuldades como energia é o que separa os prósperos dos ordinários.

Não que seja fácil. É um exercício que exige um esforço diário, duro, mas que recompensa os que o compreendem.

É claro que ninguém consegue estar 100% energizado, feliz e focado o tempo todo. Coisas ruins acontecem e estamos sujeitos a sermos atingidos emocionalmente. Somos humanos, ora.

Porém, a diferença está justamente na atitude que se tem diante dos desafios. Se fazer de vítima, lamentar, inventar desculpas é o caminho óbvio e aceitável, porém, não é esse o percurso que vai levá-lo aos seus sonhos.

Você é forte mentalmente? Motivação é algo que vem de dentro. Descubra a sua e mude o foco! Afinal, você não quer continuar em dificuldades ou muito menos se tornar pobre.

2 – Somos do tamanho dos nossos sonhos

Somos do tamanho dos nossos sonhos

A escolha é sua. Sonhar grande custa a mesma coisa que sonhar pequeno.

Eu desafio você a levar mais a sério essa questão dos sonhos e colocar um pouco de ciência e metodologia neles.

Não sonhe pequeno a ponto de algo que possa ser alcançado com um pequeno esforço, mas não tanto a ponto de ser algo surreal.

Sonhos pequenos são a trilha para uma vida ordinária, mediana. Sonhos impossíveis podem se transformar em grande frustração.

A dica que dou para você não cair em ciladas é pensar em um sonho desafiador – mas atingível – e colocar uma boa dose de planejamento para atingir seu objetivo.

Para isso, transforme seu sonho em uma meta EsMART, que apresentei neste artigo.

Em resumo, esse conceito, criado por Raul Candeloro, especialista em gestão comercial, diz que para uma meta funcionar, ela precisa ser:

  • Específica – não basta pensar “quero ser rico”. É preciso detalhar essa riqueza. Quer ganhar quanto? Poder comprar o quê? E assim por diante.
  • Mensurável – quanto exatamente você quer ganhar para se sentir rico?
  • Alcançável/atingível – um milhão em um mês, sem ser com um bilhete premiado na loteria, não é um plano muito possível de ser atingido, não é mesmo?
  • Relevante – para pensar: “ser rico” basta?
  • Ter um tempo para ser atingida – definir um prazo para atingir as metas faz com que você sinta o tempo passando e se esforce mais para ver seu plano realizado até o deadline.

As suas são assim?

3 – Nenhum sonho acontece se você não agir

Nenhum sonho acontece se você não agir

Uma das grandes diferenças entre as pessoas que encontram seu caminho e atingem seus objetivos na vida das que patinam e não saem do lugar é a sua capacidade de execução.

De boas ideias o mundo está cheio, mas de pessoas dispostas a arregaçar as mangas e fazer acontecer, nem tanto.

Não existe um segredo ou fórmula mágica. Como bem dizia Thomas Jefferson:

“Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho”.

4 – Apaixone-se pelo dinheiro

Apaixone-se pelo dinheiro

Por falar na relação entre trabalho e sorte, importante lembrar que uma parcela significativa das pessoas que fracassam financeiramente têm em comum o fato de não gostarem de lidar com dinheiro. Pensamentos como “dinheiro é um mal necessário” ilustram bem a postura delas.

Você precisa enxergar o dinheiro como uma ferramenta que vai ajudá-lo a atingir tudo o que deseja na vida. E aí estamos falando desde a ter a casa dos seus sonhos, viajar o mundo, ajudar necessitados. A escolha é sua.

O que você faria hoje se tivesse total liberdade financeira? O dinheiro não cria felicidade instantânea, mas permite que você construa seu caminho.

É uma ferramenta fantástica de liberdade e independência. E quando você passa a pensar dessa forma, o jogo muda.

5 – Cuidado com o efeito vítima

Cuidado com o efeito vítima

Boa parte das pessoas que vivem em uma batalha eterna com as finanças gosta de culpar tudo e todos pela sua situação, quando deveriam estar focadas em encontrar soluções.

Culpam a economia, o chefe, o governo, o cachorro. Permita-me contar um segredo: todos estamos no mesmo barco.

É claro que em um país com um quadro de desigualdade social tão grande como o nosso, muitos acabam sofrendo mais do que os outros.

Mas, de novo, é a atitude positiva perante as dificuldades que vai começar a transformar desafios em sonhos e – posteriormente – sonhos em realidade. E não uma atitude ranzinza.

As pessoas que pecam em atingir seus objetivos também gostam de procurar desculpas esfarrapadas pelos seus insucessos.

Sempre têm algo a dizer para justificar os resultados ruins, quando deveriam assumir os erros, corrigir a postura e seguir em frente. O coitadismo pode destruir você.

Reflita: o que você ganha sendo uma pessoa negativa, que só reclama e critica os outros? É esse tipo de energia que quer ao seu redor? Vire a chave!

6 – Com quem você tem andado?

Com quem você tem andado?

Quem são as pessoas que estão perto de você no dia a dia? Você aprende, cresce e se desenvolve com elas e por causa delas?

Ou você sente que sua vida está há anos do mesmo jeito, ao lado das mesmas pessoas que pouco agregam e fazendo as mesmas coisas?

Você já deve ter ouvido aquela frase que diz que somos o reflexo das cinco pessoas com quem mais convivemos. Você está feliz com a sua média atual?

7 – A arte de lidar com o medo

A arte de lidar com o medo

O medo faz parte da vida, seja ele qual for. Mas, novamente, o que diferencia os ordinários dos extraordinários é a postura que têm com relação aos seus temores.

Enquanto a maioria das pessoas trava perante o medo, os ambiciosos o encaram como um fator motivacional.

Você não precisa pular de paraquedas ou nadar com tubarões, mas lembrar que é preciso agir diante do que o atormenta é fundamental.

8 – Encontre um hobbie

 Encontre um hobbie

Seu dia a dia não pode se resumir a acordar, ir para o trabalho, voltar para casa e dormir porque amanhã tem que trabalhar de volta.

É claro que esse ciclo em torno do trabalho tem um peso grande em nossas vidas, mas todos precisamos de escapes.

Praticar um esporte, devorar livros, colecionar algo, fazer trabalho voluntário, as opções são diversas.

Sua missão é encontrar algo que o motiva e faz bem. As consequências positivas disso serão inúmeras para a sua vida, direta e indiretamente.

Mas qual é o caminho para eliminar a mentalidade miserável (e evitar se tornar pobre)?

o caminho para eliminar a mentalidade miserável

A receita é simples: passa por muito do que foi dito aqui e  por cultivar bons valores, relações harmoniosas, respeitar seu corpo e exercitar a mente. Tudo isso vai livrar você daquele caminho comum, de quem quer se tornar pobre (mesmo sem perceber).

Nesse sentido, recomendo que preste atenção nos dizeres do “Manifesto incompleto para o crescimento”, de Bruce Mau, designer canadense considerado um dos mais relevantes da atualidade.

Abaixo, resumi três pontos de que gosto muito e têm a ver com o meu objetivo ao escrever este artigo.

1 – Permita que eventos mudem você: você precisa estar disposto a crescer. Estar aberto a experiências e eventos e ter boa vontade para ser transformado por eles são pré-requisitos para crescer.

2 – Desacelere: saia da sincronia do que é considerado padrão. Você ficará surpreso com as oportunidades que vão aparecer.

3 – Tenha cuidado ao tomar riscos: o tempo é relativo. O hoje é a criança de ontem e o pai do amanhã. O que você produz hoje é o que vai criar seu futuro.

Como você se sente?

Como você se sente?

E agora que leu e refletiu sobre as diferenças entre cultivar uma mentalidade miserável ou uma focada na riqueza, em que lugar acha que se encontra hoje? E o que precisa fazer para dar o passo que ainda falta para não se tornar pobre?

Conte pra mim nos comentários. Abrir suas ideias e debatê-las com outras pessoas também faz parte desse processo!

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André Fogaça

André Fogaça é empreendedor digital, investidor e co-fundador do GuiaInvest. É formado em Administração de Empresas pela UFRGS e pós-graduado em Economia e Finanças pela mesma instituição. Possui credencial de administrador de carteiras e consultor de valores mobiliários pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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