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Como comprar ações na baixa e vender na alta

Como Comprar Ações na Baixa e Vender na Alta em 5 Simples Passos (Garantido!)

Aposto que você já escutou que o segredo para ganhar dinheiro em ações é saber comprá-las na baixa e vendê-las na alta. Maravilha, mas há uma pergunta que logo vem à tona: como saber qual é o exato momento de comprar e qual é o exato momento de vender as ações? Leia o artigo e descubra.

Saber como comprar ações na baixa e vender na alta é o assunto principal desta série de artigos. Acompanhe comigo e descubra 5 passos simples para acertar no alvo.

Este é o terceiro de uma série de 3 artigos em que eu revelo para você alguns segredos e verdades sobre como alcançar seus maiores objetivos financeiros através do mercado de ações.

Aposto que você já escutou que o segredo para ganhar dinheiro em ações é saber comprá-las na baixa e vendê-las na alta.

Sim, essa é de fato a primeira dica que os investidores escutam quando começam a atuar nessa área.

Maravilha, mas há uma pergunta que logo vem à tona: como saber qual é o exato momento de comprar e qual é o exato momento de vender as ações?

Bom, é aí que as coisas começam a complicar um pouco.

Não especule; compre ações de empresas boas, aguarde até ela subir e então, venda. Se ela não subir, não compre.

Will Rogers – Ator e comediante norte-americano

Brincadeiras à parte, eu sei que é mais fácil falar do que fazer. Mas, afinal, como é possível comprar ações na baixa e vender na alta?

Será que existe uma maneira de fazer isso de forma consistente ao longo do tempo?

A boa notícia é que existe, sim, um método e ele é mais simples do que você imagina.

O processo que você irá conhecer neste artigo faz parte de uma estratégia conhecida por Alocação de Ativos. É sobre isso que irei tratar a seguir.

Como comprar ações na baixa e vender na alta

Nesse artigo você vai descobrir:

  1. Os 5 passos bastante simples para você comprar ações na baixa e vender na alta de modo consistente ao longo do tempo;
  2. Quais as vantagens da Alocação de Ativos e por que esta estratégia é uma excelente alternativa para quem não quer se envolver muito com seus investimentos;
  3. Por que a diversificação é chave para melhorar a relação risco x retorno de sua carteira de investimentos.

Está preparado? Então, vamos lá!

Introdução

O resultado de comprar ações na baixa e vender na alta faz parte da estratégia conhecida por Alocação de Ativos.

Esta estratégia busca melhorar a relação risco x retorno da sua carteira de investimentos por meio da diversificação em cada classe de ativos.

Nesse artigo, irei usar como exemplo apenas duas classes de ativos para tornar a explicação mais didática.

Usarei então como exemplo os ativos de renda fixa e os ativos de renda variável (ações).

Para o método funcionar, é preciso dividi-lo em 5 passos, sendo que é no último onde a “mágica” acontece.

Passo 1: Definir o seu perfil de investidor

O perfil de investidor diz respeito aos seus objetivos, horizonte de tempo, tolerância ao risco e o tamanho do capital investido.

A finalidade é identificar a sua carteira de investimentos ideal em relação aos tipos de ativos. Em outras palavras, a finalidade é descobrir qual será a diversificação entre renda fixa e renda variável de sua carteira.

Por exemplo, digamos que seu perfil de investidor é moderado e por isso sua carteira ideal deve ter 30% em renda variável (ativos de maior risco) e 70% em renda fixa (ativos de menor risco).

Passo 2: Escolher os Ativos para cada categoria (Renda Fixa e Renda Variável)

Para a parcela de renda variável (no caso ações), você tem basicamente 2 alternativas: Investir diretamente em ações ou investir em fundos de ações.

Por exemplo: após algumas análises, e o GuiaInvest pode te ajudar nessa tarefa, você decidiu que irá investir em 3 empresas: Ambev, Itaú e Gerdau.

E para a parcela de renda fixa, você tem, também, 2 alternativas: investir diretamente nos ativos de renda fixa como: CDBs, Títulos Públicos, Debêntures, LCI, LCA, etc. ou investir em fundos que investem em ativos de renda fixa.

Passo 3: Definir o percentual para cada Ativo dentro de cada categoria

Na posição em renda variável, por exemplo, você definiu que vai fazer a seguinte composição: 10% em AMBEV, 10% em ITAU e 10% em GERDAU.

O total soma os 30% da parcela em renda variável que você definiu no 1º passo. Já, para a posição em renda fixa, você decidiu investir 50% em títulos públicos e 20% em CDBs. O total soma os 70 % da parcela em renda fixa.

Passo 4: Reequilibrar com aportes mensais, caso os tenha

Caso você decida realizar aportes mensais em sua carteira, a ideia é manter a proporção por classe de ativos conforme definido no 1º passo.

Por exemplo: Digamos que você definiu um aporte mensal de R$ 1.000,00. Neste caso você deve aplicar R$ 700,00 na renda fixa e R$ 300,00 na renda variável.

No entanto, como a carteira costuma oscilar ao longo do tempo, pode acontecer de você aplicar todo o aporte mensal em apenas uma classe de ativos.

Em resumo, a regra é sempre manter a proporção inicial definida no primeiro passo.

Passo 5: Reequilibrar periodicamente

Esta é a parte mais importante da estratégia. É aqui que acontece a “mágica” de comprar ações na baixa e vender na alta.

Com o passar do tempo, é natural que as posições percentuais em renda fixa e renda variável sofram alterações. Isso acontece porque as classes de ativos possuem volatilidades diferentes.

Caso você não saiba, a volatilidade é a oscilação de preço dos ativos ao longo do tempo.

Normalmente, a parcela de renda variável é mais volátil que a parcela de renda fixa. Assim, é natural que aconteça um desequilíbrio destas parcelas com o passar do tempo.

Para reequilibrar a carteira, você pode fazer de duas formas:

  1. Por período definido, por exemplo: a cada 3, 6 ou 12 meses. Esta forma é para aqueles que não querem se envolver muito;
  2. Por desvio percentual das classes de ativos: por exemplo: 5%, 10%, 15%, 20%. Este é para aqueles que querem ter um envolvimento maior.

Vamos aos exemplos de como comprar ações na baixa e vender na alta:

Digamos que você começou o ano com a seguinte composição da sua carteira de investimentos: 30% em renda variável e 70% em renda fixa. Após 6 meses, a composição passou para 40% em renda variável e 60% em renda fixa.

Neste caso, para reequilibrar sua carteira, você deverá vender 10% da parcela de renda variável e comprar 10% de renda fixa. Assim, sua carteira voltará à composição inicial de 30% em renda variável e 70% renda fixa. Perceba que, nesse caso, você estará vendendo ações na alta.

Agora, digamos que aconteça o oposto. No mês 1 você começa com 30% em renda variável e 70% em renda fixa. E digamos que, no mês 6, a sua carteira estará com 20% em renda variável e 80% em renda fixa.

Neste caso, para reequilibrar sua carteira, você deverá vender 10% da parcela de renda fixa e comprar 10% em renda variável.

Assim, sua carteira voltará à composição inicial de 30% em renda variável e 70% em renda fixa. Perceba que neste segundo exemplo você estará comprando ações na baixa (sexto mês).

Se fizer isso ao longo do tempo, você vai estar sempre comprando ações na baixa e vendendo na alta. Simples assim.

De acordo com estudos acadêmicos, cerca de 90% do retorno de uma carteira de investimentos está diretamente relacionada à sua macro alocação, ou seja, ao percentual por classe de ativos.

E por mais surpreendente que possa parecer, o efeito market timing (decidir a hora de comprar e vender) é inferior a 10% do resultado total da carteira.

Caso queira saber os detalhes deste estudo, recomendo dar olhada no artigo: Does Asset Allocation Policy Explain 40%, 90%, or 100% of Performance.

Quais as vantagens desta estratégia?

#1 Redução de Custos

Devido à baixa rotatividade dos ativos, esta estratégia proporciona uma redução dos custos de corretagem, já que você não fará movimentações em excesso, pois só as fará quando houver desequilíbrio da carteira.

Vale mencionar que um dos erros mais comum dos investidores é o excesso de operações, que acaba por dilapidar o retorno de sua carteira.

#2 Fácil de Aplicar

A simplicidade de entendimento do método permite sua aplicação por pessoas de qualquer nível de conhecimento. Eu sei que pode parecer contra intuitivo algo simples funcionar tão bem.

No entanto, eu acredito na ideia de que complicar é fácil, difícil é fazer o simples. E no mercado de ações, como na vida, muitas vezes, não precisamos fazer coisas extraordinárias para atingir resultados suficientemente bons.

#3 Mais Tempo Livre

O dia a dia no mercado de ações é naturalmente dinâmico, agitado e muitas vezes estressante. E aqueles que buscam atingir resultados de curto prazo são os que mais sofrem influência de fatores emocionais na tomada de decisão de investimento.

A estratégia de alocação de ativos evita que o investidor seja influenciado pelas oscilações de curto prazo do mercado. Este método proporciona mais tempo livre para o investidor, visto que poucos minutos por mês já são suficientes para manter a estratégia funcionando normalmente.

A consequência positiva é menos stress e mais qualidade de vida para você. E, por fim, ela evita que você seja atraído a cair em perigosas armadilhas psicológicas.

Conclusão – Recapitulando

Recapitulando os 5 passos para comprar ações na baixa e vender na alta

#1 Passo: Definir o seu perfil de investidor.

#2 Passo: Escolher os ativos para cada categoria (renda fixa e renda variável).

#3 Passo: Definir o percentual para cada ativo dentro de cada categoria.

#4 Passo: Reequilibrar com aportes mensais, caso tenha.

#5 Passo: Reequilibrar periodicamente

Quais as principais vantagens desta estratégia:

  1. Redução de custos
  2. Facilidade de aplicação
  3. Maior liberdade e tempo livre

Agora é com você! Comece a montar sua carteira usando o que você aprendeu neste artigo.

Se você gostou deste artigo, compartilhe com seus amigos e conhecidos. Tenho certeza de que ele pode ser útil.

Mas antes de terminar, eu preciso te dizer algo muito importante…

Atualmente existem cerca de 400 empresas negociadas na Bolsa de Valores do Brasil.

Bastante coisa, né?

E você deve concordar que o maior problema de todo investidor iniciante é saber definir uma boa estratégia, que seja eficiente e segura, certo?

Pois aqui vai a boa notícia…

Se eu dissesse para você que existe um método simples que permite eliminar grande parte do risco de investir em ações, você gostaria de aprender como aplicar esse método?

Se sim, tenho um convite especial para você!

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Te vejo na aula!

Por fim, deixe um comentário abaixo sobre o que você acabou de ler. Quero muito saber sua opinião!

Um forte abraço e até breve!

Crédito das imagens: shutterstock.com

Publicado em: 20/10/2014 Atualizado em: 03/12/2017

André Fogaça

André Fogaça é empreendedor digital, investidor e co-fundador do GuiaInvest. É formado em Administração de Empresas pela UFRGS e pós-graduado em Economia e Finanças pela mesma instituição. Possui credencial de administrador de carteiras e consultor de valores mobiliários pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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132 comentários

  • Andre Fogaça. Gostei do maneira como você transmitiu facilmente os primeiros passos sobre Alocação de Ativos para quem é leigo no mercado de Ações.

  • Boa noite André! Parabéns pelo texto! Me inscrevi no portal há menos de uma semana e tenho tentado me informar para um dia começar a investir, sou totalmente leigo no assunto e neste artigo tive uma dúvida, por conta do meu pouco conhecimento não sei nem se ela procede rsrs. No caso de reequilibrar as parcelas sem ter aportes mensais, vamos supor que em 6 meses os de renda fixa tenham desequilibrado, tendo maior rendimento Ex: 80% para 20% variável, porém ainda não tenham chegado nos seus vencimentos, é valido resgatar para fazer esse equilíbrio ou melhor aguardar o seu vencimento tendo maior rentabilidade?

    • Oi Rafael, neste caso, o ideal é você ter títulos de renda fixa que não sofrem variações no curto prazo, como por exemplo o Tesouro Selic 2021. Então, para a parcela de renda fixa, separe para uma parte em títulos pós fixados e outra parte para os indexados, assim não terá este problema na hora de ajustar suas carteira. Um abraço!

  • Obrigado por disponibilizar informações tão importantes. Voltei a investir, depois de muitos anos, e estou me informando para entrar na renda variável.

  • Continuo “boiando”. Mas espero entrar nessa onda. Preciso compreender. Assimilar. Acho que isto demanda tempo e concentração.

  • André, este mês estou começando a comprar meus primeiros títulos, de modo que, sim, este artigo, assim como outros que já li, está sendo imensamente útil. Continuo seguindo seu blog e aprendendo com o conteúdo de excelente qualidade que você produz. Obrigado.

  • Perfeito no quesito alocação de ativos, mas só não deixe de considerar quais ações comprar. Uma ação boa como Ambev e Itaú pode cair e estimular a pessoa a comprar mais. Mas uma ação que caia continuamente sem a consistência dessas duas empresas pode carecer de uma análise aprofundada sobre a própria empresa.

  • Muito esclarecedor o artigo!!! Gosto da forma simples que você fala e explica o complicado, obrigada!!

  • Boa tarde André. Então devo comprar alguns papéis (ex.AMBEV/ITAU/GERDAU) e renda fixa dependo do que eu defini e apenas reequilibrar o percentual de tempos em tempos?

  • Olá, André! Muito obrigado por valiosissimas informações. Espero estudar mais o mercado pra descobrir quais ações estão em tempo de comprar. De certo, começarei com renda fixa.

  • Achei o texto muito informativo e esclarecedor. A questão que fica, pessoalmente, é como descobrir quais são as melhores empresas para se investir…

  • Muito interessante a matéria e, só confirma o que etnho visto em outros blogs e estudos que aindei fazendo. Agora fica uma questão. Imagine que comprei somente um lote de ações destas empresas (100 , que é o mínimo). Na hora de vender , não irei conseguir vender somente um percentual destas ações. Neste caso , como iria funcionar a realocação destes ativos?

    • Oi Daniel, você poderia vender no mercado fracionário. Ou seja, você poderia vender qualquer quantidade inferior a 100 ações. Por exemplo: 1, 2, 30, 40 ações. Abraços!

  • Muito bom André, obrigado por mais um artigo de qualidade 🙂
    Estou terminando de ler agora um livro da série “Pai Rico, Pai Pobre” e neste livro ele recomenda que você deve ser um bom tanto em análise técnica quanto em análise fundamentalista, gostaria de saber se você aplica as 2 formas de análise em seus investimentos? E se usa alguma proteção utilizando ações?
    Desde já agradeço 🙂

  • Obrigado por esse excelente artigo(estratégia) de grande importância e facilidade de compreensão.
    Abç.

  • Oi André , Se a empresa é boa , pra que vender ? não é melhor manter ? a não ser que estejamos precisando do dinheiro (.Não especule; compre ações de empresas boas, aguarde até ela subir e então, venda. Se ela não subir, não compre.) queria entender melhor essa frase , se ela não subir então ainda é hora de comprar , não é ?

    • Oi Elcy, essa frase “Não especule; compre ações de empresas boas, aguarde até ela subir e então, venda. Se ela não subir, não compre” é uma ironia. Apenas uma forma divertida de tratar deste tema. Um abraço e continue acompanhando o blog!

  • Oi André queria que desse um parecer na minha dúvida , sou totalmente verde nesse assunto e preciso aprender muiiiito .

  • Boa tarde, André. Gostaria de ter uma idéia de como você agiria num caso de realocação de empresa dentro da uma carteira. Por exemplo, você citou a Gerdau no artigo, que recentemente saiu do MSCI Brazil, e talvez por outros motivos também teve suas ações desvalorizadas em mais ou menos 30/40% apenas nos últimos 2 meses. Como agir neste momento em que comprar ações desta empresa não signifique mais comprar na baixa, uma vez pode ser que esta não seja mais de uma empresa de sucesso e lucro? Obrigado, Marcelo Bottura.

    • Oi Marcelo, se a empresa deixa de ser uma boa oportunidade, o melhor a fazer é se desfazer e procurar uma oportunidade mais atraente. Nestas horas, é preciso ser racional e não se deixar levar pelas emoções (tarefa difícil, eu sei!). Um abraço!

  • Legal , achei interessante e as informações fazem muito sentido , estou buscando o máximo q posso de informações pra começa nesse ramo …
    Obrigado André pelas instrucoes…

  • André, há uns dois meses venho acompanhando suas publicações e emails, tenho gostado muito e aprendido bastante. Passou a ser um hooby, começei a experimentar algumas opções de investimentos. Guardo suas informações em uma pasta e tenho muito o que agradecer

  • Sou iniciante no mercado, dividi meus investimentos em ações e títulos do tesouro direto mais ou menos nessa proporção trabalhada neste artigo. O interessante para mim é a maneira de manter as aplicações nos patamares definidos e você, através deste artigo, me dirige para o caminho certo. Parabéns pela excelente abordagem!

  • Sou novo nesse mercado to com uma dúvida.
    Eu investi no IPCA+2019. Se eu investisse em ações(70%ipca x 30% ações) e depois de 6 meses eu tivesse de equilibralas (por exemplo 80%ipca x 20% ações) eu teria de tirar 10% do IPCA pra comprar a ação certo?
    Mas eu não teria uma menor rentabilidade do IPCA por ter tirado antes do vencimento?

  • Grande andré !,materia fantastica , tres itens importantes ,aportes , estudos da empresa ,diversificaçao e muita calma a longo prazo e ler muito os email do andré grande abs

  • Muito obrigada por compartilhar conhecimentos simples e muito valiosos… Artigo muito informativo, me esclareceu muitas duvidas…

  • André ,

    Minhas maiores duvidas são referente a cobrança das corretoras no que se refere a este assunto.

    Corretora A – Independente :

    Cada Ordem executada tem um
    custo de R$ 10,00. Se no mês não executar nenhuma ordem, existe a cobrança de
    R$ 30,00 de corretagem mínima.
    Se executar uma ordem no mês, pagará R$ 10,00 pela
    operação e R$ 20,00 de corretagem mínima.
    Se executar duas ordens no mês, pagará R$ 20,00
    pelas operações e R$ 10,00 de corretagem mínima.
    Se executar três ordens no mês, pagará R$ 30,00
    pelas operações e não pagará corretagem mínima

    Corretora B – Meu Banco

    > Custo fixo de 13,80 por mes assim que efetuar a primeira operação
    >Corretagem de 10 reais + 0,3 % do valor da cota por cada ordem sendo compra ou
    venda.

    Neste caso de se efetuar operações de 06 em 06 meses como exemplo na regulagem da carteira vejo que na Corretora A vou pagar 30,00 reais mensais caso não efetue nenhuma operação neste tempo então seria a opção B mais viavel ?

  • Essa estratégia é até interessante, mas parece mais aplicável ao mercado americano. Por exemplo, no momento atual o que parece mais prudente? Aumentar a posição em renda variável ou aproveitar os gordos juros brasileiros da renda fixa? Pela alocação de ativos, eu venderia renda fixa para compra ações, uma vez que ocorre a desvalorização destas. Mas atualmente me deparei com um estudo interessante, onde diz que desde o início do Plano Real, o retorno do CDI foi de 3.847%, o retorno do Ibovespa de 1.210% e o retorno de quem investiu em em Ibovespa nos grandes ciclos de alta e CDI nos de baixa, foi de impressionantes 17.951%. Ou seja, atualmente nos deparamos com um ciclo de baixa desde 2008. Não seria mais interessante manter posição vendida em ações até que seja nítido um sinal de melhora da economia indicando um novo ciclo de alta? Enquanto isso, aproveitamos os altos juros da renda fixa propiciados pela alta da inflação… O que acham?

  • Às vezes parece até impossível perceber que simples passos podem fazer o nosso dinheiro crescer. Antes de começar a estudar sobre ações e bolsa de valores, isso tudo para mim era muito complicado, investir na bolsa era algo de milhões. Agora dá pra perceber que aos poucos dá para se investir sem medo e compor uma carteira bem posicionada. Parabéns pelo artigo André!

  • Texto muito bem elaborado, parabéns! Estou estudando os diversos tipos de investimento para começar a investir e essa explicação foi bastante útil. Estou procurando uma boa corretora (aceito indicações rsrs), vi que uma corretora que oferece o investimento programado em Tesouro Direto, ações, fundos…a taxa de corretagem de ações é de 0,5% sobre o valor investido mensalmente, e não por ordem executada (pelo menos é o peixe que estão vendendo, ainda não testei). Por serem investimentos menores e sucessivos, ao invés de apenas um investimento maior em um determinado período, acabaria compensando já que a taxa mínima em outra acaba sendo de R$ 30,00 (taxa que equivaleria a um investimento de R$ 6000,00 na outra corretora).

  • André, boa noite. Apenas uma duvida: Se eu escolhi como renda fixa aplicar meus recursos no Tesouro Direto e não pretendo vender os titulos no curto prazo, como faço este reequilibrio em relação as oscilações da renda variável?

    • Oi Danylo, neste caso você deverá ter uma parte em títulos públicos com liquidez diária, como o Tesouro Selic. Assim, será possível fazer a alocação sem correr o risco de perder dinheiro vendendo títulos de longo prazo, que costuma ter grande oscilação de preço até o vencimento (como é caso do Tesouro IPCA). Um abraço!

  • André, excelente artigo, mas uma dúvida ainda continua. No caso devo equilibrar meus investimentos sempre, ou seja se comecei com 30% em ações e 70% títulos públicos e daqui a 3 meses tenho 20% de ações e 80% em títulos, devo vender 10% de títulos e reinvistir em ações, tudo nas mesmas proporções iniciais, correto? e se no caso eu tiver como fazer aportes trimestrais, preciso mesmo assim vender os títulos e na mesma proporção redistribui-los e os aportes também redistribui-los nas devidas proporções?? ou somente equilibro o investimento com os aportes sem vender os títulos????

    • Oi Nelton, você pode sim ir equilibrando com aportes mensais. Não tem problema. Apenas cuide para manter as proporções mais ou menos dentro da sua estratégia. Um abraço!

  • Muito boa explanação. Qual seria a estratégia para um perfil agressivo. Tipo investimento total em renda variável. Como eu deveria alocar minha carteira de ações?

    • Oi Jeová, eu não recomendo colocar 100% do seu capital em ações. A alocação de ativos é importante e tem suas razões de existir, conforme expliquei em detalhes neste artigo. Um abraço e obrigado pela participação.

  • bom dia aprendi mais um pouco com seu artigo, vou aplicar em minhas aplicações tem tudo a ver….parabens.

  • Eu tenho uma dúvida: se ao invés de vender para reequilibrar eu comprar mais, ou seja, neste mês eu invisto 40% em renda variável e 60% em renda. Funciona da mesma forma? Ou eu perderia dinheiro porque não estou vendendendo “na baixa”?

  • Olá. Como seria o método por desvio percentual das classes de ativos: por exemplo: 5%, 10%, 15%, 20%? pois pelo que eu entendi a explicação posterior é para quem desejar fazer as alterações por período de tempo

  • Muito bom o artigo. Uma das vantagens que você coloca é a redução de custo com corretagem pelos motivos que explicou, mas em se tratando da taxa de custódia das ações, o que se avalia para saber se este custo irá ou não corroer uma porcentagem significativa do meu patrimônio? Sabendo que não realizando operações na bolsa mensalmente tenho que pagar um valor fixo.

  • Boa noite André! Parabéns pelo o artigo muito didático e de fácil entendimento, aliás já havia ouvido e lido em várias oportunidades a expressão “alocação de ativos”, mas somente agora pela simplicidade da explanação entendi a finalidade e importâncias do assunto. Muito obrigado!

  • Boa tarde. Excelente artigo! André, poderia me dizer este artigo tem alguma correlação com a “Carteira Eficiente Markowitz”, aproveitando a sua didática poderia escrever algo sobre a Teoria de Markowitz? Qual a sua opinião sobre este método?

  • André, embora iniciante no mercado financeiro, já li muita coisa sobre Warren Buffett, mas vejo pouca coisa nos sites, blogs e cursos divulgados na internet, que realmente estejam alinhados com o método dele. o Guia Invest é o primeiro que encontrei que procura ajudar os investidores simpatizantes do Invest Value a implementar este conceito. Isso porque não basta concordar com o conceito. É preciso seguir uma metodologia prática para conseguir um bom resultado ao longo dos meses e anos. Já li em algum lugar que depois da queda nos anos 70 a bolsa levou cerca de 15 anos para retornar ao mesmo patamar. Isto quer dizer que simplesmente comprar e segurar não funciona.
    Estou chegando ao Guia Invest agora e ainda não posso formar um juízo a respeito do conteúdo. Mas o que vi até agora me deixou animado. Um grande abraço.

  • Cada vez que leio os seus artigos fico mais convicto que o risco do mercado de renda variável ocorre em operações de curto prazo, por decisões emotivas e especulativas, sem uma análise da realidade corporativa e financeira das empresas e do real preço das ações.
    Hoje, tenho investimentos somente em renda fixa, estou amadurecendo a ideia de comprar algumas ações, porém ainda acho caro o valor da custódia comprado pelas Corretoras.
    Mesmo assim, veja esta crise de 2004/2005 como uma grande oportunidade de ser acionistas de grandes empresas como a Petrobrás, Vale, Cemig e outras… Não seria mais vantajoso comprar cotas de fundos pagando 2% de taxa de administração, do que pagar custódias de R$12,50 mensais?
    Na oportunidade, parabenizo pelo excelente trabalho realizado.
    Grato,

    • Legal, Paulo. Penso exatamente assim como você explicou nesse comentário. Em relação a custódia, dependendo do valor que você vai investir, vale mais a pena montar uma carteira própria do que investir via fundos. Eu pretendo escrever um artigo detalhado sobre esse assunto. Um abraço!

  • Bom dia André, primeiramente gostaria de agradecer pelo cuidado, dedicação, pela forma clara e concisa que ajuda e muito no entender, e sem falar que não existe poluição visual, tudo com muito bom gosto, meus parabéns a você e sua equipe. Tenho uma dúvida? Como escolher empresas que pagam dividendos ou é via de regra repassar esta porcentagem para os acionistas?

  • Oi Alvemar, obrigado pelas palavras!

    Existem alguns aspectos a serem observados na hora de escolher empresas boas pagadoras de dividendos. Os dois principais deles é o Dividend Yield e Dividend Pay Out.

  • Excelente conteúdo e um aprendizado que pode levar os recursos no longo prazo a uma grande alavancagem de capital, visando a independência financeira. É bem simples e de fácil e compreensão a explicação sua colaborador André. Traga-nos sempre essas boas dicas para enriquecer nossos conhecimentos em investimentos. Parabéns.

  • Muito bom André gostei muito do artigo só tenho uma dúvida, eu tenho todo mês um aporte de 400,00 reais para investir e como vou investir em renda variável todo mês ,terei que comprar ações mensalmente e se no mês que eu for comprar as ações estiverem em alta oq eu faço? Seguro o dinheiro ou invisto em outra ação? Essa é minha dúvida André .

  • Boa tarde André, parabéns pelos artigos a cada leitura vou ficando ainda mais interessado. Obrigado por compartilhar seus conhecimentos!

  • Nossa gostei muito, como eu estou começando do zero e ainda não fiz nenhum curso,(mas vou começar logo) somente lendo artigos estava meio que sem entender muito, e comecei a entender depois de ler aqui, obrigado por compartilhar e espero seu curso não demore pra abrir novas vagas, quero daqui 3 anos depois que eu voltar daqui da Itália esteja investindo bem em ações, grande abraço!

  • Apesar de alocação também ser um investimento de risco principalmente pela variação do mercado de ações, mas suaviza bastante a diversificação. E colocar os pesos das ações/renda fixa, demanda tempo e paciência no longo prazo. Muito instrutivo sua colocação André. Obrigado.

  • Essa leitura me deu uma visão melhor de como organizar minha carteira, comecei a aplicar no começo de 2016, a leitura de seus artigos estão me ajudando muito, Obrigado e um grande abraço.

  • Excelente artigo. Estou me preparando para investir em ações. Pretendo ir fundo nos estudo…obrigado por compartilhar seus conhecimentos.

  • André, Bom dia.
    Tenho uma dúvida simples, e gostaria de tirar com você.
    Andei lendo alguns de seus artigos e agora terminei de ler essa “série de 3 artigos em que você revela para alguns segredos e verdades”. E me restou a seguinte dúvida:

    Para
    seguir esses 5 passos e definir a minha alocação de ativos e suas
    respectivas porcentagens, eu devo, necessariamente, ter contratado uma
    corretora ?

    Pergunto isso porque uma vez tive uma conversa com o
    gerente do meu banco onde ele me explicou sobre esse mesmo assunto e me
    apresentou a oportunidade de fazer isso através do próprio banco. Mas
    não me lembro se fazendo isso com o banco há a cobrança de taxas de
    corretagem ou custódia (como aconteceria com alguma corretora).

    De qualquer forma, ficou muito show a série dos artigos, e deu pra entender perfeitamente bem. Parabéns André.

  • André, excelente orientação, mas o que você tem sobre Trader, e day trader? Aplicar com risco maior e curto prazo, aproveitando as oscilações do mercado, alguma dica?

  • Boa tarde André! Excelente artigo, muito didático e explicativo. Parabéns pelo site e por todas as ferramentas apresentadas por aqui. Qualquer leigo como eu consegue começar a entender como suas explicações.

    Abs.

  • Oi André,

    obrigado pleos artigos, são de fácil compreensão e interessantes de ler.
    Reequilibrar a carteira significa comprar na baixa e vender na alta automaticamente, mas se eu reequilibrar comprando ações que estão em alta? Neste caso não estou comprando na alta e correndo o risco de não conseguir um rendimento satisfatório?

    abraço
    Jorge

  • Ola André Fogaça,

    Eu já aplico em renda fixo, como FUNDO EXCLUSIVO e LCI. Recentemente apliquei em fundos de ações, agora estudo para entrar no mercado de renda variável. Estou estudando algumas empresas para começar.
    Li os três artigos e o E-BOOK de 8 passos, gostei muito da clareza e da simplicidade didática na abordagem.

    Obrigado por dispor de boas informações!

  • Boa Noite André,

    Li seus artigos e estou muito feliz e agradecido, pois, você trata estes assuntos com total simplicidade e clareza. Estou em processo de preparação para começar minha trajetória de investidor e seus artigos e aulas (webinar) tem me ajudado muito.
    Obrigado e muito sucesso!

  • Eu nunca vi um Especulador ficar rico na Bolsa, ou mesmo quem gosta de alavancar. Gente a Bolsa é um jogo, realmente é um jogo, onde um dia voce pode ganhar ou pode perder.. Se voce tivesse 100.000,00 Reais você jogaria esse jogo, podendo ganhar 30.000,00 em um mês ou perder 30.0000 no mesmo mês, a resposta é sua! Um modo de você minimizar as perdas e não se decepcionar é ir pelo caminho que o Andre esta mostrando (dividir sua carteira em Títulos e ações boas pagadoras de dividendos) Assim você se estressa menos e o máximo que pode acontecer é você no final das contas empatar. Pois você pode ganhar no máximo 7% ao ano em Dividendos, mas sua ação pode cair, ou seja você não ganhou nada! Então o mínimo que você tem que fazer é diversificar e se livrar de um papel se a “Têndencia de Baixa é forte no longo prazo”. Não opere indicador , mas nunca vá contra ele.

  • Quer realmente dormir de cabeça tranquila? Pegue seu dinheiro e aplique em Títulos do Governo que pagam em média 11% ao ano. No caso você não ganhará muito, mas perder jamais, pois ele acompanha a Inflação..Nunca invista em fundo de ações e desconfie de uma dica de um consultor de Bolsa, pois eles trabalham para as corretoras que ganham com corretagens.. A PIOR ILUSÃO QUE EXISTE é Fundos, no final, lá no final das contas eles te come até uma parte do capital, com taxas de tudo que é coisa! Fundo é Fria, ilusão! Ações é arriscado, voce pode ficar pobre e perder todo seu capital rápido. Você só ficará rico se tiver sorte e precisa ter bastante dinheiro, pois ninguem sabe prever o futuro..

  • Olá, André. Sou iniciante no mercado de ações e lendo o seu artigo não consegui enxergar a sua conclusão:
    “para reequilibrar sua carteira, você deverá vender 10% da parcela de renda variável e comprar 10% de renda fixa. Perceba que, nesse caso, você estará vendendo ações na alta” o mesmo para: “Assim, sua carteira voltará à composição inicial de 30% em renda variável e 70% em renda fixa. Perceba que neste segundo exemplo você estará comprando ações na baixa (sexto mês).” Você poderia me explicar melhor? Obrigado!

  • Apesar de não entender bem esse “universo” percebi uma simplicidade nas explicações.
    Ótimo artigo.

  • Olá, muito interessante este artigo, vi algo muito similar assistindo os vídeos do André Bona do Blog de Valor. Com certeza essa é uma das melhores estratégias para quem não quer ter dor de cabeça a longo prazo, super simples parabéns!!

  • Tenho algumas dúvidas:
    1ª Para cada objetivo financeiro que eu tenho, eu devo fazer uma carteira diferente?
    2ª O investimento em ETFs gera dividendos?

    É possível aliar a estratégia de alocação de ativos com o que o André
    propõe na aula sobre renda com dividendos(que já ouvi dizer que é uma
    análise fundamentalista)?
    4ºComo saber qual tipo de investidor eu sou e qual estratégia é a melhor para mim?
    Desde já agradeço a atenção!

  • Olá! Eu não entendi bem como ocorre o desequilíbrio da carteira. Em algum momento vc percebe que é melhor comprar mais de uma renda do que de outra? É isso? poderia dar exemplos? gosto de exmplos.

      • Sim,é isso mesmo,você prioriza o investimento que teve queda

        Se eu tiver 70% investido em renda fixa e 30 % em variável…….Depois de
        alguns meses a minha renda fixa valorizou e ela agora representa 80% e a
        variável 20%,uma das maneiras de equilibrar a carteira,é aumentar o
        investimento em variável e diminuir em renda fixa,até o equilíbrio
        voltar à ser 70-30.

        Obs:Essa é uma maneira de realocar sem precisar vender nada.

        Obs:Tem um livro muito bom sobre esse assunto, o nome é “Alocação de Ativos”-Henrique Carvalho……..Tem em PDF para baixar.

        Caso vocês não achem,eu o tenho,é só dar um toque aqui,eu envio para vcs!

    • Sim,é isso mesmo,você prioriza o investimento que teve querda

      Se eu tiver 70% investido em renda fixa e 30 % em variável…….Depois de alguns meses a minha renda fixa valorizou e ela agora representa 80% e a variável 20%,uma das maneiras de equilibrar a carteira,é aumentar o investimento em variável e diminuir em renda fixa,até o equilíbrio voltar à ser 70-30.

      Obs:Essa é uma maneira de realocar sem precisar vender nada.

      Obs:Tem um livro muito bom sobre esse assunto, o nome é “Alocação de Ativos”-Henrique Carvalho……..Tem em PDF para baixar.

      Caso não achem,eu o tenho,eu envio para vcs!

  • Neste método você acaba apenas tapando buraco.Se você investiu no primeiro mês na proporção de 30%renda variável e 70%na renda fixa e no sexto mês (no segundo caso) a proporção foi de 20% R.V. e 80% em R.F.Significa que vc ta investindo um dinheiro que vc perdeu na bolsa(10%).Pode sim estar comprando na baixa mas não tem garantias que tais ações saiam do declinio.

  • entao o tal de “comprar ações na baixa e vender na alta”, nao significa trocar de acoes de empresas, e sim trocar de renda?

  • Excelente! Quando entendi a “mágica” fez muito sentido pra mim.
    Agora tenho dois grandes desafios à frente: 1º descobrir qual é o meu perfil de investidor e 2º escolher os ativos certos!

    André, tem sugestão de seus artigos para me ajudar nesses dois tópicos?

    Percebo que se eu acertar nessas duas tarefas, conseguirei resultados positivos.
    Ou seja, o dever de casa está apenas começando!
    Obrigada!