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7 mitos do Tesouro Direto

Tesouro Direto: Os 7 Maiores Mitos Desmistificados (o #3 é o mais forte deles!)

Neste artigo eu vou tratar dos 7 principais mitos sobre o Tesouro Direto e ainda responder algumas das dúvidas mais frequentes das pessoas que desejam investir em títulos públicos.

Você conhece os 7 mitos do Tesouro Direto? Neste artigo vamos desmistificá-los e ainda sanar algumas dúvidas frequentes. Acompanhe!

Este é o terceiro de uma série de 3 artigos em que eu revelo como você pode ganhar até 2 vezes mais que a poupança correndo menos risco, mesmo que você tenha menos de R$ 100 para investir, e mesmo sem entender conceitos difíceis de finanças e economia.

Neste artigo eu vou tratar dos 7 mitos do Tesouro Direto e ainda responder algumas das dúvidas mais frequentes das pessoas que desejam investir em títulos públicos.

Antes de seguir em frente, quero aproveitar para lhe dar os parabéns por ter chegado até aqui. Se você está lendo este 3º artigo, você já deve ter percebido que os títulos do tesouro são uma das melhores opções em renda fixa atualmente no mercado financeiro.

Sim! No entanto, ainda há muitas pessoas que não sabem e investem seu suado dinheiro na caderneta de poupança (infelizmente).

Mas, afinal, o que há de errado com a famosa caderneta de poupança que todos brasileiros conhecem tão bem?

Na realidade não há nada de errado, se não fosse o fato de que os títulos públicos oferecem (muito) melhor rentabilidade com menor risco, já que a poupança tem garantia de até R$ 250 mil pelo FGC no caso de falência do banco, enquanto que os títulos públicos tem garantia ilimitada pelo tesouro nacional

Agora você pode estar se perguntando porque a maioria dos brasileiros continuam com seu dinheiro investido na poupança, uma vez que os títulos públicos do tesouro direto oferecem melhores rentabilidades.

E essa é uma ótima questão! Em vista disso, eu identifico duas grandes razões para isso acontecer:

  1. Falta de informação por parte da maioria dos investidores;
  2. Influência de alguns mitos relativos ao investimento no tesouro direto.

Neste artigo irei desmistificar os 7 mitos do Tesouro Direto que impedem as pessoas de investir seu dinheiro nos títulos públicos do Tesouro.

O meu objetivo com esta última aula é abrir seus olhos para uma excelente alternativa de rentabilizar seu capital na parcela de renda fixa da sua carteira de investimentos.

E ainda, fazer você parar de perder tempo e dinheiro com aplicações de renda fixa que não oferecem um retorno adequado ao perfil de risco do investimento.

Ótimo! Então, vamos aos mitos…

Os 7 mitos do Tesouro Direto

#1 Mito: É complicado investir nos títulos do tesouro

7 mitos do Tesouro Direto

Essa é uma das primeiras objeções das pessoas quando alguém fala sobre Tesouro Direto. O fato é que é super simples investir em títulos do tesouro, como você viu os detalhes explicados no artigo anterior.

Para investir nos títulos públicos, a primeira coisa que você precisa é ter uma conta ativa em um banco ou em uma corretora de valores. E você poderá fazer tudo pela internet, sem precisar sair de casa.

Poderá aplicar, acompanhar os rendimentos e resgatar o dinheiro a hora quiser, com apenas alguns cliques. E mais do que isso, ainda poderá programar as compras, as vendas e optar pelo reinvestimento automático, se assim preferir.

É tão simples quando fazer um simples aplicação na poupança através do seu home banking.

#2 Mito: É difícil escolher qual título comprar

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Este é mais um dos 7 mitos do Tesouro Direto. O fato é que não é nada complicado escolher o melhor título para investir.

Para isso, a primeira coisa a fazer é definir o prazo do seu investimento, pois existem títulos de curto (até 1 ano), médio (até 5 anos) e longo prazo (até 10 anos ou mais).

Depois disso, você poderá optar por títulos pré ou pós fixados. Nos títulos pré fixados você saberá exatamente a rentabilidade que irá receber se mantiver o título até a data de vencimento.

Nos pós fixados, os títulos têm seu valor corrigido por um indexador. Este indexador pode ser a taxa básica de juros (Selic) ou inflação (IPCA).

Assim, a rentabilidade da aplicação é composta por uma taxa predefinida no momento da compra do título mais a variação do indexador.

Para prazos mais longos, você ainda pode optar pelos títulos que pagam rendimentos a cada 6 meses, sem precisar esperar até o vencimento para colher os rendimentos.

#3 Mito: É Preciso ter muito dinheiro para investir

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Dos 7 mitos do Tesouro Direto, este é o mais forte. Mais uma grande mentira aqui. A realidade é que não é preciso ter muito dinheiro, pois com apenas R$ 30 já é possível começar a investir em títulos públicos. Lembrando que a rentabilidade é a mesma, independente do valor aplicado.

Em outras palavras, se você investir R$ 100 ou R$ 1 milhão, a rentabilidade será rigorosamente a mesma. Digo isto porque não é o que acontece em aplicações como CDBs, no quais quanto maior a aplicação, maior é o rendimento oferecido, especialmente em grandes bancos.

Por essa razão, o investimento no tesouro é muito mais democrático. Perceba que isso permite pessoas com pouco dinheiro atingir a mesma rentabilidade de grandes investidores.

E isso é incrível, não concorda?

#4 Mito: Não vale a pena investir se o prazo for inferior a 2 anos

7 mitos do Tesouro Direto

Mesmo com a incidência de imposto de renda, atualmente os títulos públicos podem ser bem mais vantajosos que outras aplicações de renda fixa como CDBs, Debentures, Fundos de renda fixa, etc..

Lógico que quanto mais tempo o valor ficar investido, menor a alíquota cobrada.

Lembrando que o imposto de renda varia de 22,5%, para prazo de resgate de até 6 meses, e até 15% para aplicações com prazo de resgate superior a 2 anos.

#5 Mito: Só posso vender o título no dia do vencimento

7 mitos do Tesouro Direto so vender o titulo no dia do vencimento

Você pode vender seu título em qualquer dia da semana das 18h até 05h do dia seguinte ou em qualquer horário no final de semana.

Após  vender seu título, o  dinheiro ficará disponível na sua conta na corretora no dia útil seguinte (D+1).

No entanto, vale destacar que os títulos pré-fixados possuem volatilidade e se você vender antes do vencimento, poderá até mesmo perder dinheiro.

E além disso, é preciso ficar atento a alíquota de IR que é maior para prazos menores.

#6 Mito: Título do tesouro não serve para investimento de curto prazo

7 mitos do Tesouro Direto

Pelo contrário, os títulos do tesouro são uma excelente alternativa para aplicações de curto prazo.

Uma ótima opção para aplicações de curto prazo são os títulos “Tesouro Selic (LFT)”, que podem ser vendidos antes do vencimento sem risco de perdas.

Estes são títulos pós fixados atrelados a Selic (taxa de juros básica).

#7 Mito: Se vender antes do vencimento não terei minha rentabilidade garantida

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É impressionante como muita gente acredita que isso seja verdade, mas não é. Por isso, este e mais um dos 7 mitos do Tesouro Direto.

Se você vender seu título antes da data de vencimento, você receberá a taxa do dia da venda e não o que consta na data de vencimento.

Em outras palavras, poderá receber mais ou menos daquilo que foi contratado.

Se você sabe que precisará do dinheiro antes do vencimento, basta investir no título “Tesouro Selic (LFT)” que é 100% livre de oscilações negativas.

Esta é uma excelente alternativa se comparada a caderneta de poupança.

Conclusão sobre os 7 mitos do Tesouro Direto

Após desmistificar os principais mitos sobre o Tesouro direto, é possível perceber que o investimento em títulos do tesouro é uma excelente alternativa, tanto para o pequeno quanto para o grande investidor.

Todo investidor inteligente que visa construir um grande patrimônio no longo prazo deveria considerar uma alocação de investimentos entre renda fixa e renda variável.

Para a parcela de renda fixa, considero que o tesouro direto oferece as melhores alternativas, especialmente nos tempos atuais de juros elevados.

Se você gostou deste artigo e deseja dar o próximo passo para conquistar seus maiores objetivos financeiros investindo em títulos públicos, eu elaborei um treinamento completo em que relevo todos os Segredos do Tesouro Direto.

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Deixe um comentário abaixo, falando sobre o que você aprendeu com a desmitificação dos 7 mitos do Tesouro Direto.

Um abraço!

(Crédito das imagens: www.shutterstock.com)

André Fogaça

André Fogaça é empreendedor digital, investidor e co-fundador do GuiaInvest. É formado em Administração de Empresas pela UFRGS e pós-graduado em Economia e Finanças pela mesma instituição. Possui credencial de administrador de carteiras e consultor de valores mobiliários pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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